Há coisas que nos fazem pensar na loucura do mundo em que vivemos. As mentiras de um exército de criminosos às ordens de uma potência demasiado inculta para assumir os seus erros e que ainda protege este bando de vampiros sedento de sangue e que não olha a meios para defender a sua ideologia moribunda. Muito mais sangue irá passar ainda debaixo da ponte de Brooklin até que estes criminosos paguem por coisas como esta!
De que vale sonhar infindas distâncias, quando o pesadelo não deixa que a manhã vibre solarenga? De quem são aquelas sombras que tapam o meu sol e me desviam do meu Norte? Não tenho já dias nem noites por onde passar escondido dos olhares que o destino me deita; Não reconheço no vento as vozes que um dia me chamaram como sereias no meio do mar; Os olhos derretem-se-me agora em vagas de mar salgado, desfocando os horizontes, escondendo futuros... Marinheiro de Caronte, sério imigo de Selene, busco agora quem tenha olhos e veja, ouvidos e oiça: Há uma história para contar enquanto as velas se não enfunam e os ventos não acordam. Mas quem escutará para além dos náufragos a quem as prometidas marés nem jangada deixaram? Talvez os silêncios escutem, quietamente resplandecentes na sua altivez, no seu imoto estar.
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